
Vejamos o que diz o dicionário de Houaiss sobre cola:
Refere-se a um uso informal do termo cola com as seguintes acepções.
(a) É o ato de um estudante copiar respostas num lembrete fraudulento para usar num exame escrito. Cola assim entendida seria fraude. E, como tal, a cola seria nesta acepção qualquer ato ardiloso, enganoso, de má-fé, com o intuito de lesar ou ludibriar outrem, ou de não cumprir determinado dever. Cola é, pois, nessa acepção, crime, delito, logro e mentira.
Todavia, cola não é fraude.
(b) Também entendida, no Brasil, como um conjunto dessas respostas que leva preparadas. O suporte em que estão copiadas. Assim entendida, a cola seria vista, pelos educadores e pelos próprios alunos, como um suporte escolar, isto é, base física (de qualquer material, como papel, plástico, madeira, tecido, filme, fita magnética etc.) na qual se registram informações impressas, manuscritas, fotografadas, gravadas etc.
Cola, sim, é um suporte educacional.
(C) plágio: entendida como tal, a cola pode ser avaliada à luz do Direito. O aluno, na escola, ao colar, faria uma " apresentação feita por alguém, como de sua própria autoria, de trabalho, obra intelectual etc. produzido por outrem" O aluno ao colar seria considerado, juridicamente, um velhaco.
Cola não é plágio.
Cola é liberdade de aprender.

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