
A cola, pois, pode ser vista como forma de estudo de recuperação apara os alunos de baixo rendimento. O item e, inciso V, do artigo 24, da LDB, determina a obrigatoriedade de estudos de recuperação para os casos de alunos de baixo rendimento escolar.
A cola é um procedimento que pode ser normalizado a partir de um acordo de convivência, prescrito seu uso em regimento escolar, não sendo, pois, como um direito imprescritível de aprender do aluno
A cola é um procedimento que pode ser normalizado a partir de um acordo de convivência, prescrito seu uso em regimento escolar, não sendo, pois, como um direito imprescritível de aprender do aluno
Direitos imprescritíveis - Apresentamos a seguir um conjunto de diireitos imprescrítiveis do colante assumido:
1 - O direito de não aceitar as estratégias de coerção e de controle dos professores.
2 - O direito de não competir na avaliação escolar, ao longo ou ao final do curso, para garantir a promoção de uma série a outra.
3 - O direito de legitimar sua liberdade de aprender.
4 - O direito de não executar os prodígios de memória.
5 - O direito de colar diante de matéria inadequada à maneira de ver, às experiência e aos objetivos do aprendiz-colante ou do colante-aprendiz.
6 - O direito de colar através de conversas colaborativas antes e durante a aplicação de provas, exercícios, tarefas ou outros meios de observação que tem por fim a verificação de desempenho do aprendizagem, em situações de atribuição de notas.
7 - O direito de colar para enfrentar a pressão dos professores e dos gestores dos estabelecimentos de ensino.
8 - O direito de colar para evitar atraso escolar, repetência e evasão escolar.
9 - O direito de colar para desenvolver a capacidade de aprender, mediante leitura compensatória e compartilhada.
10 - O direito de colar por considerar que a escola não é um palco de guerra, mas um processo institucional construtivo de amor, paz, conhecimento e amizade.
A cola como conduta pedagógica A cola é semelhante aos ritos de uma religião, que parecem absurdos, mas tornam a escola um espaço de liberdade de aprender, e os professores e os alunos em pessoas melhores. Vejo, assim, a cola na avaliação como parte do processo do desenvolvimento da capacidade de aprender dos meus alunos, descartando sua ritualização ou sacralização. Dia de prova é dia de aprender.
Apenas isso. Tenho transformado o dia da prova em uma experiência ou acadêmica prazerosa, numa situação positiva, seguindo os seguintes passos: Oriento, no primeiro momento, pelos menos, a uma semana antes da avaliação parcial ou global, para os conteúdos e os modelos de questões(múltipla escolha, completamento, discursiva etc) que serão cobrados durante a verificação de rendimento.
No dia da prova, destino, pelos menos, 10 minutos antes de sua aplicação, para mais uma vez revisar e permitir em seguida as conversas colaborativas ou as colações prévias para que no decorrer da avaliação o aluno se sinta tranqüilo quanto ao que requeiro do aluno. Durante a avaliação, o aluno cria um clima de tranqüilidade para não contrair o corpo, podendo, livremente, ir ao banheiro ou pegar um material didático para consultas ou anotações feitas durante as aulas expositivas.
Há situações em que as provas ou, pelo menos, as questões mais discursivas, são feitas em casa ou em sala de aula, com a orientação do professor, de modo a favorecer uma maior discussão em grupo ou leituras complementares.
Tomo a auto-avaliação, inclusive com atribuição e justificação de notas para si mesmo (e quando quer o aluno dar nota para o professor também), de 6 a 10 ( quando a média é 7, por exemplo) , como um recurso de aprendizagem significativo, de modo a evidenciar, para o aluno que enquanto profissional de educação sei o que faço, como faço e para que faço ou porque deixo de fazer alguns procedimentos pedagógicos, de modo a conduzir o aluno para a formação ética, de atitudes e valores e, sobretudo, desenvolver sua autonomia intelectual e pensamento crítico. permito a cola colaborativa ou consentida para assegurar uma avaliação culturalmente justa , que tenta ser tão livre quando possível de preconceitos específicos, culturais ou amarras pedagógicas ou escolares.
Levo em conta que o momento da prova, com ou sem cola, é de natureza pedagógica e tem por fim revelar para o professor, em especial, as habilidades e competências que aprendidas e apreeendidas, que vão do fácil ao muito difícil, com limites de tempo o suficiente para também permitir que os alunos respondam as questões de forma tranqüila e sejam promovidas para a série ou semestre seguinte e, no final do curso, sejam concludentes e não excludentes da formação escolar.

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